Atitudes suspeitas de estudantes da rede pública estadual paulista poderão ser comunicadas em tempo real por diretores de escolas à Secretaria de Segurança Pública por meio de sistema virtual antiviolência.
Graças a uma pareceria com o Instituto Itaú Social e o Instituto Fernand Braudel, o governo do Estado de São Paulo vai começar a testar, na rede de ensino fundamental, o modelo de gestão escolar que foi adotado há oito anos pela Prefeitura de Nova York e que vem, desde então, apresentando excelentes resultados.
As dez escolas paulistanas com os piores resultados nas avaliações oficiais serão submetidas a uma reestruturação inspirada na reforma educacional implementada em Nova York. Resultado de uma pareceria entre a SEE, o Instituto Itaú Social e o Instituto Fernand Braudel, o modelo será uma adaptação das mudanças rígidas que tiveram bons resultados nos EUA.
A história começa no segundo semestre de 2007, quando um grupo de alunos, pais e professores, inconformados com o anúncio do fechamento de sua escola de ensino fundamental e médio, decidiu procurar ajuda.